www.pensaoavenida.com www.pensao-avenida.com pensaoavenida pensao avenida pensao-avenida Link Quem Somos Ideal para quem procura o bem estar num ambiente acolhedor de cariz familiar, a Pensão Avenida é um complexo que dispõe de 19 Quartos devidamente equipados, área social confortável com lareira, televisão e Restaurante. Situada em pleno coração da pequena e ensolarada Vila de Penacova, dista apenas 15min. da Cidade de Coimbra, 10min. do Buçaco, 15 min., da Capital do Leitão à Bairrada, 1H da Cidade do Porto e 1.45min da Capital Lisboa. Penacova fica situada na margem direita do rio Mondego. Com uma vista que faz inveja às mais belas cidades de Portugal proporciona uma diversidade turística capaz de satisfazer as diversas necessidades. Os serviços que disponibilizamos : . Pequeno Almoço . Almoço . Jantar . Recepção aberta 24 horas . Serviço despertar . Chamada de Táxis . Envio & Recebimento de faxes . Reservas . Aceitamos pagamento em dinheiro, cheque, cartões Visa Electron, VISA e Mastercard Seja bem-vindo a Penacova, terra carregada de história e simbolismo, onde com gosto se continua a praticar a arte de bem recebe. Não se conhecem os fundadores, nem as razões que os levaram a fixar-se em Penacova. O primeiro documento que se refere à Vila do Mondego data de 1105 e relata uma contenda, entre os habitantes de Penacova e os monges do Mosteiro de Lorvão, de tal forma grave que obrigou D. Afonso Henriques a intervir pessoalmente e a impor a reconciliação. Porém, é notório por todo o concelho vestígios da presença ou passagem de povos diversos, desde os Fenícios aos Árabes, no entanto nunca se chegaram a fixar com carácter definitivo, não tendo por isso surgido nenhuma povoação de importância. À semelhança do que acontece com todas as terras do país nascidas antes ou nos primeiros tempos da monarquia, qualquer tentativa de reconstituição se revela inútil, porque os documentos que existem são poucos ou contraditórios e a tradição, por sua vez, adulterou-se ou perdeu-se, ao longo do tempo. Contudo, e com base nos estudos existentes, Penacova existia antes da fundação da monarquia e do nascimento de Portugal e no já referido documento de 1105, era considerada uma importante vila, situada a pouco mais de 20 Km de Coimbra, uma das mais importantes povoações da Península Ibérica. O Mosteiro de Lorvão, por seu lado construído provavelmente no século VI, antes da invasão muçulmana, tornou-se um centro importante de Moçarabismo (Moçarabe – era o habitante da península que durante o domínio dos mouros aceitava a cultura e o modo de vida destes sem, contudo, renegar a sua fé). Sabe-se também que o nome de Penacova vem do cantábrico PEN (quase) ou de PENA, de origem germânica, que significa “pequeno castelo”. A primeira hipótese deixa supor que a vila terá sido construída por populações vindas dos cantábricos, o que seria muito provável nos tempos da reconquista dos mouros. A segunda hipótese permite supor que a fundação da vila é mais remota ainda, sendo portanto do tempo dos invasores de origem germânica, logo muito anterior ao tempo dos muçulmanos. O segundo documento conhecido que se refere a Penacova, trata-se do Foral da vila, concedido por D. Sancho I em 1193. Dada a importância e o valor de tal documento assim se conseguiu a fixação de residência das populações a determinada povoação, colaborando na sua defesa e progresso. Foi portanto graças ao Foral que Penacova cresceu, nesses tempos difíceis, porque antes, em data imprecisa, mas situada na segunda metade do século XIII, todos os antigos habitantes abandonavam a terra. Pouco tempo depois, D. Afonso II tomou a iniciativa de confirmá-lo ao passar por Coimbra em 6 de Novembro de 1217. Em 31 de Dezembro de 1513, Penacova teve “foral novo”, quando reinava D. Manuel I, no sentido de acautelar os seus interesses regulando o pagamento dos impostos. No concelho de Penacova e entre os monumentos de referência destaca-se o imponente Mosteiro de Lorvão, construção fundada três séculos antes da fundação da nacionalidade e que se situa na actual freguesia de Lorvão. No entanto, só em 878, a partir da reconquista cristã de Coimbra é que surgem provas históricas da sua existência, concluindo-se assim o importante papel desempenhado no desenvolvimento agrário e povoamento da região, pós conquista. Após as reformas dos edifícios dos séculos XVII e XVIII, o Mosteiro ficou então com dormitórios, noviciaria, hospício e hospedaria, coro, igreja, dois claustros, refeitório, sala capitular, enfermaria, botica, cartório, oficinas, celeiro e outras dependências. A página que agora se apresenta, não dispensando uma visita pessoal ao nosso concelho, espera-se que seja um incentivo, para todos aqueles que não conhecem o concelho, a visitá-lo e uma forma de levar a todos os nossos munícipes um conjunto de informações úteis, indo ao encontro das suas necessidades. Não sendo um trabalho fechado, está sempre aberto a críticas e sugestões que possam melhorar os nossos contributos para melhor servir todos aqueles que através da Internet queiram aceder à informação disponível. Obrigado pela vossa visita e recebam as cordiais saudações deste vosso amigo.